quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

CEU Butantã realiza diversas atividades em janeiro

O Centro Educacional Unificado (CEU) Butantã traz uma diversificada programação para o primeiro mês de 2012, com shows de mágica e ilusionismo, discussões sobre problemas cotidianos, apresentações de trabalhos realizados pelas crianças, mostra de sambas e concursos em busca de novos talentos.

Para iniciar o projeto Recreio nas Férias, o CEU oferecerá para cerca de 400 crianças o show de mágica e ilusionismo. A atividade ocorrerá no dia 9 às 10h30. Em 20 de janeiro, às 14h30, é a vez das crianças participarem Do armário encantado, em que aprendem como os problemas do dia-a-dia podem ser resolvidos e superados. No dia 25, às 14h30, as crianças apresentarão os trabalhos desenvolvidos a seus monitores durante o Recreio nas Férias.

No dia 28 acontecerá a mostra “São Paulo Expo Samba”, às 15h. Durante a mostra serão apresentados a comunidade mil sambas inéditos, além disso, ocorrerá um concurso em busca de novos talentos.

Serviço

CEU Butantã

Av. Eng. Heitor Antônio Eiras Garcia,1700. Bairro Butantã

Telefone: 3732- 4550/3732-4558

Fonte: Prefeitura de São Paulo

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

USP tem programação especial de férias para público externo no campus Butantã

Com a chegada das férias escolares, a Universidade de São Paulo (USP) apresenta algumas atividades com o objetivo de entreter crianças e adultos interessados. Entre os eventos programados encontram-se cursos esportivos, discussões históricas e oficinas educativas.

Em comemoração aos 40 anos do Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo – Cepeusp (Prof. Rubião Meira, 61, Cidade Universitária, guia Butantã), alguns cursos serão abertos ao público interno e externo.

Para o público adulto (maiores de 18 anos), há 100 vagas para os cursos de ginástica que terão duração do dia 16 de janeiro a 16 de fevereiro, custando entre R$ 10 e R$ 35. O Programa Aquático conta com 300 vagas e acontecerá do dia 18 de janeiro a 18 de fevereiro com horários variados, e os custos variam de R$ 10 a R$ 60.

Além dessas atividades, do dia 23 a 28 a programação é direcionada apenas para as crianças, em que serão realizadas atividades esportivas e de lazer das 8h30 às 17h e com pernoite no último dia. As inscrições devem ser realizadas pessoalmente na Sala 8 do Velódromo do CEPEUSP, das 8h30 às 16h30. Para mais informações visite o site do Cepeusp ou ligue para 3091-3361.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Alunos da USP são assaltados com arma de brinquedo no Butantã

Dois estudantes da USP (Universidade de São Paulo) foram assaltados quando saíam da instituição de ensino e se dirigiam para uma república, por volta das 21h30 de terça-feira (10), nas proximidades da avenida Corifeu de Azevedo Marques, região da Cidade Universitária, no bairro Butantã, zona oeste de SP.

De acordo com a Polícia Militar, dois bandidos abordaram os jovens com uma arma de brinquedo e roubaram um notebook e livros. Um dos alunos da universidade foi atingido com um soco por um dos criminosos.

Após o roubos, os alunos de Letras e Ciências da Natureza, ligaram para o 190. Policiais militares do 16º Batalhão localizaram os bandidos na rua na Rua Doutor Artur Neiva, na mesma região.

Um dos assaltantes, um adolescente de 17 anos, estava com uma arma de fogo falsa e foi retido. O outro fugiu. Os objetos roubados dos estudantes foram recuperados. O caso foi registrado no 14º Distrito Policial, de Pinheiros.

Fonte: R7

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

PM afasta 2 por agredir aluno da USP no campus Butantã

A Polícia Militar afastou das ruas ontem dois policiais que participaram de agressão a um estudante dentro do câmpus Butantã da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste da SP. Imagens da ocorrência gravadas por alunos foram exibidas na internet. A Corregedoria da PM instaurou sindicância para apurar o caso. O resultado deve sair em 60 dias.

O sargento André Luiz Ferreira aparece nas imagens sacando uma pistola e apontando para um aluno, que se recusou a mostrar a carteira de estudante quando foi abordado dentro do prédio do Diretório Central dos Estudantes (DCE), conhecido como Centro de Vivência da USP. Ferreira e o companheiro de patrulha, o soldado Rafael Ribeiro Fazolin, foram colocados em funções administrativas.

Segundo o coronel Wellington Venezian, chefe do Comando de Policiamento de Área Metropolitana-5 – que inclui a Cidade Universitária -, Ferreira admitiu que teve um “desequilíbrio emocional” ao agredir o aluno. No vídeo, o sargento diz que foi desacatado. De acordo com o comandante, o afastamento do soldado tem como objetivo manter a transparência na investigação.

“A atitude dos policiais, nesse momento, não recomenda que eles tenham perfil para tratar com esse tipo de público”, disse o comandante.

A gravação postada no site YouTube mostra o sargento pedindo a identificação do estudante, após abordar o grupo de alunos e pedir que eles deixassem o DCE. Os alunos se recusam a sair e alegam que o local é destinado ao uso deles. Um rapaz negro faz gestos com o braço erguido. O sargento Ferreira percebe e parte para cima dele, pedindo que ele prove ser estudante.

O rapaz se nega a apresentar a carteirinha da USP e é puxado de cima de um balcão. O PM dá tapas nele e saca a arma.

Em outro vídeo, registrado depois da agressão, o aluno resolve provar ser estudante ao mostrar duas identificações da USP. O agredido se chama Nicolas Menezes Barreto e cursa Licenciatura em Ciências da Natureza, na USP Leste. Por telefone, Nicolas confirmou a agressão, mas não quis comentar mais. “Acho que o vídeo diz tudo.”

As imagens mostram ainda estudantes dizendo que o policial foi racista.

O espaço era usado pelo Diretório Central dos Estudantes e havia sido invadido por punks há cerca de um mês. O imóvel tinha sido abandonado pela administração e começou a ser lacrado na sexta-feira, depois de a reportagem do Estado revelar que ele estava deteriorado, pichado, sujo e ocupado. Os invasores portavam facas e estariam usando drogas no local.

Na sexta-feira, a área foi retomada e os punks, expulsos. Entradas foram lacradas. Os alunos, no entanto, entraram por uma porta que ficou aberta. Ontem, depois da confusão, ela também foi fechada com tapumes.

A Reitoria da USP informou, por meio da Assessoria de Imprensa, que somente a PM comentaria o caso. A diretora do Sindicato dos Trabalhadores da USP, Diana Assunção, disse ontem que houve outras duas agressões na mesma abordagem, que não aparecem nas filmagens. Diana afirma que uma estudante foi puxada pelos policiais e que um pedaço de grade foi jogado pelo PM nos pés de outro aluno. A polícia não tem informações sobre essas agressões.

Segundo Diana, os alunos faziam parte de uma resistência no espaço estudantil e acusam a Reitoria de ter um projeto de privatização da USP.

Fonte: O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Animais do abrigo da USP poderão ser adotados

Nos meses de janeiro e fevereiro a Área de Gestão Socioambiental da Coordenadoria do Campus Armando de Salles Oliveira, da USP, realizará agendamentos para os interessados em visitar o abrigo de cães. Após o agendamento por telefone será feito cadastro e entrevista. Em seguida os interessados poderão visitar o abrigo e escolher seu novo animal de estimação.

Os animais abrigados no local foram abandonados no campus do bairro do Butantã e assim que resgatados são submetidos a uma série de análises e tratamentos veterinários. Após todo o processo são disponibilizados para adoção.

O agendamento pode ser feito das 8h às 11h e das 12h às 16h, de segunda a sexta-feira, pelos telefones 3091-4823 ou 3091-4891, com Rose ou Daniel.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail meuambiente@hotmail.com.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

PM é acionada para conter confusão no campus Butantã da USP

A Polícia Militar foi acionada na tarde desta sexta-feira (6) após uma confusão entre um grupo de jovens e agentes da Guarda Universitária da USP. Segundo a PM, o problema aconteceu por volta das 14h, próximo a um prédio que foi ocupado por punks, no campus situado no bairro Butantã, Zona Oeste de SP. O edifício, que foi desocupado na quinta-feira (5), fica próximo à sede da Reitoria da USP, invadida por estudantes e desocupada pela polícia no fim do ano passado.

Uma aluna da Escola de Comunicação e Artes (ECA) disse que a confusão também envolveu alguns alunos da universidade. Segundo a estudante, que prefere não se identificar, o reitor da instituição, João Grandino Rodas, esteve no prédio pouco antes de o tumulto ter início.

Os alunos ficaram sabendo da presença do reitor e foram até o local para questioná-lo sobre o futuro do espaço –que é o antigo Diretório Central dos Estudantes (DCE), fechado em 2006 para reformas.

Na tarde desta sexta, tapumes eram colocados nas principais entradas do edifício. Ao menos seis equipes da PM estavam em frente ao prédio nesta tarde. Um dos policiais disse que estava lá apenas para garantir o trabalho dos operários.

Espaço de convivência
O estudante de Letras Rafael Alves, de 29 anos, disse que durante a tarde diversos objetos foram retirados de duas salas usadas como centro de convivência dos estudantes. “Levaram duas geladeiras, um freezer, discos de vinil, vitrola, carrinho de cachorro quente para a Prefeitura do campus. Disseram que a gente poderá retirar tudo na segunda. Quero ver se eles vão devolver.”

Segundo o jovem, o prédio é um dos poucos espaços de lazer que os estudantes têm no campus atualmente. “Esse é um espaço dos estudantes desde a década de 1970.“ Ele reclama, também, que os alunos nem os representantes do DCE foram avisados do fechamento do prédio.

Estudantes dizem que ao menos dez alunos foram agredidos com socos e chutes por parte de guardas universitários. Segundo a PM, porém, ninguém ficou ferido nem foi preso durante a confusão.Questionada, a assessoria da USP disse não ter conhecimento de confusão nem de agressão.

Fonte: G1

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Região do Butantã recebe Operação Cata-Bagulho neste sábado

Neste sábado (7), a região do Guia do bairro Butantã recebe os serviços da operação cata-bagulho. Os moradores das ruas e avenidas atendidas pelo serviço poderão se desfazer de objetos em desuso e de difícil descarte, como móveis e eletrodomésticos avariados ou em desuso. Confira a região atendida pelo serviço:

Horário: das 9h às 15h

Onde: Ruas Sebastião Gonçalves, Bergognoni, João José dos Santos, Julieta Espírito Santo Pinheiro, Eusébio Câmara, Dionísio Pedrelini, Fernando Belmonte, João de Castro Sarmento, Nelson Frank, Adelina Martins Piedade, Mario Silveira Rosa, Edgar Degas, Teresa Bertoli, Alzira Godoy, Antonio Wey, Mateus Clemente, Davis Stuart, David Cox, Rafael Ferrari, Mauricio Goulart, Anis Chakur, Candido Augusto Bresser Dores, José Davi Filho, Berlinghieri, Daniele Cresp, Natal Pigassi e Felipe de Castro.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Grupo punk ocupa prédio abandonado da USP no Butantã

Um grupo de punks anarquistas e antifascistas invadiu um prédio abandonado pela administração da USP (Universidade de São Paulo) dentro do campus Cidade Universitária, no bairro Butantã, zona oeste de SP. Pelo menos nove deles ocupam o imóvel há um mês.

Localizado a menos de 100 m da Reitoria e ao lado do MAC (Museu de Arte Contemporânea), o imóvel em questão é conhecido como Centro de Vivência da USP. Ele abrigou durante anos a sede do DCE (Diretório Central dos Estudantes) e lojinhas, até ser fechado para reforma, em 2006.

O prédio térreo foi ocupado por estudantes em 2009, mas eles saíram de lá no ano passado. O edifício seria reformado para abrigar a Farmácia Universitária, a FarmaUSP, e a Editora da Universidade de São Paulo, mas a obra não foi feita. A deterioração do edifício contrasta com o tratamento dado pela administração ao MAC, vigiado por guardas patrimoniais. E até com o Crusp (Conjunto Residencial da USP), com o qual faz divisa.

Do lado de fora há restos de fogueira, garrafas e colchões queimados. Vidraças pichadas, grafitadas e quebradas. Dentro, as lojinhas servem de acampamento, com colchões, lençóis e barracas. Os banheiros estão fétidos, com fezes nas privadas e moscas. Há engradados de cerveja importada, carcaças de computadores e livros velhos nas bancadas, apesar de os invasores dizerem que limpam o local.

Os nove punks, com cerca de 20 anos, fazem parte do grupo Antifa – adversários dos skinheads fascistas, a quem chamam de carecas. A maioria é da capital paulista. Com eles, convivem pelo menos dois estrangeiros, Peter, de Johannesburgo, África do Sul, e o espanhol Eros, que está sem passaporte nem dinheiro.

Os punks continuam dentro do antigo DCE desde que saíram de uma ocupação no Vale de Anhangabaú, no centro. Também passaram pela Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, e pelo prédio da Faculdade de Geografia, também da USP.

“Alguns fazem parte do movimento por moradia e por uma vaga na universidade”, diz o punk Marcelo, que não forneceu o sobrenome. “Até semana que vem, vamos fazer uma reunião e decidir se saímos para ocupar outro lugar.”

Por enquanto, passam o dia jogando cartas, conversando e ouvindo música. Há bitucas de cigarro jogadas pelo chão e uma ampola de cocaína. Diariamente, tentam disfarçar as irregularidades da ronda policial e da Guarda Universitária.

Na tarde de ontem, dois policiais militares entraram no prédio. Eles não abordaram nenhum dos punks, mas entraram nos cômodos improvisados. Quando viu os policiais, um dos punks guardou uma lâmina de facão com 30 centímetros em uma caixa de luz. Outro jogou uma faca de cozinha atrás de uma pia.

Os policiais revistaram a caixa na parede e a mureta da pia, mas não encontraram nada. Com moicano e jaqueta de couro, “Madruga” bate correntes no chão, dá chutes e pisões na parede. “Esses dois (PMs) já me prenderam porque estava pichando. Mas tiveram de me soltar. Sorte que são burros e nunca acham nada.”

Viaturas da guarda universitária passam pelo prédio sem olhar para ele. Funcionários da limpeza e de segurança nem sabem que tem gente lá dentro.

Manutenção

Procurada pela reportagem, a administração da USP admitiu que não está fazendo manutenção nem limpeza da área e diz que analisa o que fazer com o imóvel do antigo Centro de Vivência. A Reitoria admite, no entanto, que há “ocupações pontuais” no prédio e que a situação está sendo analisada.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Butantã entra em observação para escorregamentos de terra

Vinte e cinco bairros da capital paulista entraram ontem à tarde em estado de observação para escorregamentos de terra. Entre eles estavam regiões do bairro Ipiranga, bairro Santo Amaro, bairro Pirituba, bairro Perus, bairro Santana, bairro Lapa, bairro Butantã, bairro Aricanduva, bairro Itaquera bairro Penha e bairro Cidade Tiradentes. Anteontem, esses locais estavam em estado de atenção, após o acumulado de chuvas de três dias ter atingido 85 milímetros.

Fonte: Agência Estado

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Parques do Butantã recolhem lixo eletrônico

A fim de contornar problemas já existentes e evitar outros danos causados pelo descarte incorreto do lixo eletrônico, os Parques da Previdência (Rua Pedro Peccinini, 88) e Luiz Carlos Prestes (Rua João Della Manna, 665), no bairro Butantã, estão coletando lixos eletroeletrônicos.

Em parceria com a Coopermiti – Cooperativa que recupera e trata resíduos sólidos eletroeletrônicos, de forma ambientalmente correta – os parques abrem espaço para o recolhimento de equipamentos movidos à energia elétrica, independentemente das condições de uso. Materiais como baterias ou pilhas podem ser levados aos parques e serão recolhidos pela Coopermiti que se responsabiliza pelo destino do lixo eletrônico (e-lixo), de forma que não agrida ao meio ambiente.

Fonte: Prefeitura de São Paulo


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