Subprefeitura do Butantã é recordista em reclamações em São Paulo
A Subprefeitura do Butantã, na Zona Oeste da capital paulista, é a campeã de reclamações no balanço trimestral divulgado pela Ouvidoria Geral da Cidade de São Paulo. O bairro teve 119 queixas, seguida por Lapa (84), também na Zona Oeste, e Santana/Tucuruvi (84), na Zona Norte da capital.
Cidade Tiradentes, na Zona Leste, e Perus, na Norte, com quatro e cinco notificações respectivamente, são os bairros onde há menos reclamações.
A maioria das reclamações dos moradores do Butantã está relacionada aos buracos de rua – foram 54 queixas. Maria Inês Fornazaro, ouvidora geral do município, diz que existe cobrança para os problemas serem solucionados, “mesmo que seja uma utopia”, a prefeitura zerar as reclamações.
- As reuniões continuam sendo feitas para que se cobre respostas e possamos trabalhar com a redução dos números – afirma.
Os números relativos aos meses de julho, agosto e setembro mostram uma queda nas reclamações feitas pelos moradores na cidade. Foram 3.940 queixas ao todo, 6% a menos que o segundo trimestre do ano e 9% menor que o mesmo período no ano passado.
- Eu diria que os números estão estáveis – disse a ouvidora
O serviço público com o maior número de reclamações é a qualidade no atendimento, com 634 protocolos. Isso, mesmo com uma queda de 11% em relação ao trimestre anterior. Os problemas com iluminação deixaram de liderar o ranking pela segunda vez em cinco anos.
- É preciso bastante investimento em capacitação para que se melhore a qualidade do atendimento. É um problema quase totalmente reversível se nós aprimorarmos os profissionais – defende a ouvidora.
A capacitação poderia resolver o o problema na secretaria municipal de Saúde, a campeã de reclamações entre os órgãos municipais. São 82 registros a menos no mesmo período do ano passado. Mas já houve um aumento de 11 queixas em relação ao último trimestre.
- As queixas se concentram todas no atendimento, principalmente no inicial, aquele do balcão, de não saber como se trata o cidadão, o descaso com ele. São problemas que precisamos trabalhar. Já tivemos três encontros com o pessoal da Saúde só nesse ano justamente para tratar isso – aponta Maria.
Fonte: Diário de S. Paulo
Sou professor da USP e moro há 40 anos ao lado da Praça Elis Regina, no Butantã.
Há anos quero dar este grito, mas fui engolindo. Agora, com o nascimento de meu neto, quero levá-lo a passear na praça.
E não posso pois os moradores dos predios cercaram com grades de ferro e guaritas e cadeados e alarme 40% da praça, como se fosse deles!
Simplesmente se apóssaram do bem público, tornando ainda mais escassa a área de lazer.
Cercaram tudo na Rua José Álvares Maciel, apossando-se de duas das mais arborizadas ruas cercadas de praça pública, entre as ruas Paulo Ângelo Lanzarini e Dr. Franklin Piza.
No Google nem se encontra mais o nome das duas ruas de que se apossaram pois, embora asfaltadas com dinheiro público e embora sejam ruas de acesso a áreas verdes – a praça Elis Regina!!!!! que é uma das escassas áreas de lazer – foram simplesmente privatizadas. E os moradores de fora ficam excluídos de sua praça, espoliados de sua cidadania.
Isso aconteceu no final da terrível gestão da Erundina, marcada por falcatruas e negociatas de todo tipo. Estou farto. Eis aqui meru grito.
PRIVATIZARAM A IMPORTANTÍSSIMA PRAÇA ELIS REGINA NO BUTANTÃ! A PRAÇA É PÚBLICA! A PRAÇA É DO POVO!
JSS
gostaria de saber se há algum problema junto a subprefeitura do Butantã, subdistrito Raposo Tavares com relação a Rua Joaquim Guimarães é uma rua sem saída ou não.
Olá, Sonia.
Para esclarecer sua dúvida, por gentileza, entre em contato diretamente com a Subprefeitura do Butantã.
Att.,
Blog do Bairro Butantã e Notícias