Moradores do Butantã reclamam das condições da Avenida Eliseu de Almeida

Moradores da Avenida Eliseu de Almeida, no Butantã, Zona Oeste de São Paulo, reclamam da situação da via. Buracos, asfalto irregular e falta de sinalização são algumas das queixas. A avenida é o principal acesso de quem vem de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, e da Rodovia Régis Bittencourt para São Paulo. Com a proibição dos caminhões na Marginal Pinheiros e no Morumbi, o trânsito pesado foi transferido para o Butantã.

“A calçada é ruim, você só vê lixo. Asfalto ruim, lombada com a pintura apagada”, reclama a auxiliar de produção Maria Aline de Oliveira. “Eles tapam um buraco e cria um desnível. Se você andar a pista inteira, você vai ver a situação”, completa ela.

Na avenida de quase cinco quilômetros de extensão, quase não há sinalização horizontal pintada no asfalto. Há trechos que os motoristas não sabem sequer quantas faixas tem para seguir.

Na parte mais antiga da avenida, ou tem buraco ou tem asfalto fora de prumo, desnivelado, para irritação dos motoristas. “Todo dia eu sofro aqui. O carro tem que fazer revisão porque realmente não dá. Quando termina uma revisão você passa por aqui e ta na hora de fazer de novo. Quebra direto o carro”, fala o motorista Fernando Pedro da Silva.




Os pedestres também sofrem. “Não tem sinalização, é muito longe. Não tem faixa de pedestre, é muito perigoso e o risco é muito alto de acidente. A única passarela que tinha desmontaram”, diz o autônomo Rafael César Dias.

“A gente não consegue ter a visão daqui. A solução é colocar uma faixa aqui e um farol pra gente poder atravessar senão não tem como”, completa André Bianchi, vendedor.

Segundo Régis Gehlen Oliveira, superintendente da Secretaria de Infraestrutura Urbana, até o final do ano será aprovada a licitação para começar as obras na via. “Nós temos mais que planos, temos projetos concretos. Nesta avenida, nós pretendemos, em pouco tempo, dar uma nova cara para ela, com projeto totalmente novo. Vamos pegar no centro da avenida e implantar uma ciclovia de transporte, que vai servir para a população em geral. Também temos que dar uma série de retoques, pois a avenida está com uma série de irregularidades no pavimento.”

Fonte: G1





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