No primeiro dia de funcionamento, 2.300 usuários passam pela estação Butantã do Metrô

No primeiro dia de funcionamento da estação Butantã, da linha 4- Amarela do Metrô, um total de 2.300 usuários passaram pelo local, segundo informações da ViaQuatro, concessionária que cuida da operação do trecho. A inauguração ocorreu por volta de 10h30 desta segunda-feira (28), na zona oeste de São Paulo, a operação foi encerrada às 15h. Até junho, a estação funcionará diariamente das 8h às 15h, de segunda a sexta-feira.

Para o professor William Dias, morador de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, a extensão da linha 4 até o Butantã já foi um grande ganho de tempo para ele.

– Antes eu tinha que ir até Pinheiros e pegar ônibus. E de ônibus não tem como evitar o trânsito. O metrô facilita muito.

A arquiteta Viviane Guedes de Carvalho Pina gostou da nova estação, mas está ansiosa mesmo pela inauguração das paradas Pinheiros e Oscar Freire, que serão mais próximas da casa dela. Ela fez apenas uma crítica à obra no Butantã: as luzes estavam acesas no piso mais alto da estação, sendo que há uma grande claraboia que ilumina toda a área.

– Não entendi porque essas luzes estão ligadas.



A parada Butantã começou a ser construída em 2005 e tem uma área de 13 mil m². De acordo com a ViaQuatro, a profundidade da estação é de 26,71 m, do piso da plataforma à superfície de saída. Para a construção e o acabamento do prédio foram utilizados 9.600 m³ de concreto, mil toneladas de aço e 900 m² de vidros.

Mas o que o usuário gostou mesmo foi da rapidez para chegar da avenida Paulista ao Butantã. São apenas sete minutos, passando pela estação Faria Lima. A estudante Denise Carlyle, sai diariamente da zona norte da capital e vai até a região da Faria Lima.

– Pra mim, o metrô é muito bom. Se não passaria muito tempo no trânsito. Além disso, tem a questão do conforto, que é maior na linha 4.

Quando estiver concluída em 2014, a linha Amarela terá 11 estações. Até o final deste ano, o governo promete inagurar outras três: Pinheiros, República e Luz. As outras cinco – Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Fradique Coutinho, Oscar Freire e Higienópolis/Mackenzie – só dever ficar prontas no ano da Copa do Mundo.

Fonte: R7



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